A crescente entrada das mulheres no mercado de trabalho, a imigração e o aumento populacional são alguns dos factores que melhor explicam a subida da taxa de actividade.
O progresso tecnológico e o aumento de stock de capital são dois factores que fazem aumentar o número de postos de trabalho. Mas atenção que a inovação também pode contribuir para o desemprego porque torna obsoletos alguns postos de trabalho.
Com o aumento da taxa de actividade seria de esperar que os salários baixassem para que se possam contratar mais pessoas.
No entanto, por um lado, os patrões, geralmente, preferem pagar mais a quem já está na empresa do que contratar pessoal novo. A este salário dá-se o nome de salário de eficiência. É uma espécie de motivação para o trabalhador, o custo de perder aquele emprego torna-se maior devido à improbabilidade de encontrar outro tão bom.
O salário de eficiência é, portanto, um factor que contribui para o aumento do desemprego.
Por outro, lado, os sindicatos impedem a baixa de salários para manter o poder negocial dos trabalhadores.
Para além disso existe um salário mínimo que contribui para a rigidez dos salários.
De certa forma, os sindicatos defendem os interesses dos empregados à custa dos desempregados. No entanto as pessoas empregadas também suportam os custos do desemprego.
Um exemplo disso é o subsídio de desemprego. A duração e o montante do subsídio podem ser um grande motivador do desemprego, se ambos forem elevados.
Outros factores que contribuem para o aumento do desemprego são a falta de informação sobre o mercado de trabalho e a falta de incentivos para a procura de emprego.